domingo, 28 de fevereiro de 2010

DEBATE

 
Talvez seja um pouco tarde para falar a respeito do debate, já que o assunto se espalhou como pólvora.
Sem dúvida, Malafaia dominou a cena, a platéia e o apresentador, acredito que tenha exercido significante influência também nos telespectadores. Fiquei feliz por ter ele representado com excelência o pensamento cristão e os evangélicos. Não se trata de uma arena, um combate contra homossexuais, mas é possível definir vencedores. Silas Malafaia conseguiu passar de vilão a herói.



Não discuto as questões períféricas ao debate entre Silas Malafaia e a ex-deputada federal Yara Bernardi, autora do projeto de lei 122/06, no programa do Ratinho. Apenas o fato de que ele mostrou de forma cabal as inconsistências dos argumentos de quem defende a aprovação desse monstro (i) legal.

Creio, por outro lado, que seria exigir demais de Silas Malafaia que ele se comportasse de outra forma, tipo um "Russel Shedd", por exemplo. Quem o conhece de longe sabe que esse sempre foi o seu estilo e temperamento, "para o bem ou para o mal".

Em outras palavras, quem quiser debater com Silas Malafaia em qualquer tema e em qualquer arena, do Ratinho ao Canal Livre, não espere que ele venha com aquela linguagem formal, impostada, pausada. Essa não é a sua natureza, ainda que possa fazer um esforço para controlá-la. Mas este será sempre o Silas em qualquer situação. Assim, qualquer um que se lhe oponha no campo do debate oral precisa estar bem preparado, ter boa presença de espírito, capacidade de argumentação, "nervos de aço" (para usar uma expressão recente de José Serra) ou "gelo nas veias" (para usar outra mais recente ainda de Ciro Gomes).

Todavia, não resta a menor dúvida que Silas Malafaia representou bem os evangélicos no debate e disse o que todos queríamos dizer.

3 comentários:

  1. mariana 7*ano "b" prof eu adoro debates

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  2. - heehee , ADOOOROOO elle , pense . elle aer sabe repreeseentaar uh poovo CRISTÃAO '

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  3. Andressa kelly 9ano A4 de março de 2010 14:49

    Todos nos temos que ter direitos iguais.Andressa kelly 9ano A

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